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El sábado 30 de septiembre, un adolescente de 13 años fue encontrado en la celda de un detenido, condenado por homicidio y acusado de violación y pedofilia, en la Colonia Agrícola Major César Oliveira. Antes de la noticia, el Movimiento Nacional de Derechos Humanos (MNDH), integrante de @REDLAMYC Red Latinoamericana y caribeña por la defensa de los derechos de los niños, niñas y adolescentes; pidió al Gobierno del Estado de Piauí, en Brasil, respetar el Estatuto del Niño y del Adolescente (ECA).

Lurdinha Nunes, Coordinadora general de la MNDH, señaló que el niño encontrado en una celda fue sometido a violación de la vulnerabilidad en la cadena estatal, lo que muestra que la Secretaría de Justicia y Derechos Humanos de Piauí no está respetando el ECA.

Sobre todo, Nunes ha comunicado que informará de la negligencia estatal al Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF), al Consejo Nacional para los Derechos del Niño (CONANDA) y al Consejo Nacional de Derechos Humanos (CNDH).

Aunque, de acuerdo con la información proporcionada por las autoridades, el niño ya se encuentra en protección lejos de los padres, el MNDH pidió una investigación minuciosa e imparcial para identificar a las personas responsables de lo ocurrido, en toda la cadena de mando, ya que este caso puso en riesgo la integridad física y psicológica y la vida del adolescente. Además de tomar las medidas necesarias para evitar que se repita.

Lurdinha cuestionó el examen hecho en el niño, que descartó el abuso sexual, por considerar que el método utilizado por la autoridad, no se ajusta a la metodología usada normalmente en esos casos. Se han producido lagunas, que pueden haber comprometido el resultado. La violación de vulnerabilidad es condición especial dentro del normativo legal, lo que dispensa la ocurrencia de penetración peniana. Esta posibilidad no fue observada ni verificada por la autoridad.

Lurdinha Nunes, afirma que en un caso serio como ese, donde un niño / adolescente se presenta en situación de extrema hiposuficiencia, todas las vertientes criminales deben ser observadas e investigadas.

 

 

 


Revisado por: Lurdinha Nunes, Coordinadora general de la MNDH
Contacto: + 55 86 9 8804 3452

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REDLAMYC fue formada en 2000 y está compuesta por 26 coaliciones nacionales en 19 países: Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú , República Dominicana, Uruguay y Venezuela.

El contenido de esta publicación es de la exclusiva responsabilidad de REDLAMYC Red Latinoamericana y del Caribe para la Defensa de los Derechos del Niño y del Adolescente y en ningún caso debe considerarse como reflejando las opiniones de la Unión Europea


MNDH, membro de REDLAMYC, pede investigação de maneira profunda e imparcial sobre  presença de adolescente na prisão no Piauí, no Brasil.

No sábado 30 de setembro, um adolescente de 13 anos foi encontrado na cela de um detento, condenado por homicídio e acusado de estuprador e pedofilia, na Colônia Agrícola Major César Oliveira. Antes da notícia, o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) , membro de REDLAMYC, Rede Latino-Americana e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, pediu ao Governo do Estado do Piauí, no Brasil, que respeite o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Lurdinha Nunes, coordenadora geral da MNDH, assinalou que a criança encontrada em uma cela  foi submetida a  violação da vulnerabilidade na cadeia estatal, o que mostra que a Secretaria  de Justiça e Direitos Humanos do Piauí não  está respeitando  o ECA.

Sobre isso, Lurdinha Nunes comunicou que informará a negligência  estatal ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF ), ao Conselho Nacional para os Direitos da Criança (CONANDA) e ao Conselho Nacional de Direitos Humanos ( CNDH) .

Embora , de acordo com as informações fornecidas pelas autoridades, a criança estivesse em proteção longe dos pais, o MNDH pediu uma investigação minuciosa e imparcial para identificar as pessoas responsáveis ​​pelo ocorrido, em toda a cadeia de comando, já que este caso colocou em risco a  integridade física e psicológica e  a vida do adolescente. Além de tomar as medidas necessárias para evitar que ela se repita.

Lurdinha questionou o exame feito na criança, que descartou o abuso sexual, por considerar que o método utilizado pela autoridade, não  se coaduna com a metodologia usada normalmente  nesses casos. Houveram lacunas, que podem ter comprometido o resultado. O estupro de vulnerável   é condição especial dentro do normativo legal, o que  dispensa a ocorrência de penetração peniana. Essa possibilidade não foi observada nem verificada pela autoridade.

Lurdinha Nunes, afirma que num caso  serissímo  como esse, onde uma criança/adolescente se apresenta em situação de extrema  hipossuficiência, todas as vertentes criminais devem ser observadas e investigadas.

 

 

 

 

Revisado por: Lurdinha Nunes, Coordinadora general de la MNDH
Contacto: + 55 86 9 8804 3452

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